Mart'nália Canta Vinicius de Moraes

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MART’NÁLIA CANTA VINICIUS DE MORAES | VARGINHA, MG

Mart'nália Canta Vinicius de Moraes | Foto: Eny Miranda

Details

Theatro Capitólio
Rua Presidente Antônio Carlos, 522
Centro
Varginha, MG
abril 06, 2019
21:00
Show

About Tour

A noite do dia 6 de abril vai ser de samba, sorriso aberto e poesia. Mart’nália, a filha do Martinho da Vila e da Dona Anália (taí a explicação no nome) vai cantar Vinicius de Moraes. O show será às 21h no Theatro Municipal Capitólio, dentro do Projeto na Rota da Boa Música, que traz a Varginha atrações que dificilmente seriam apresentadas no interior, não fosse a Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Os ingressos podem ser comprados na Pré-Festa – Rua Dona Zica, 46A, Vila Pinto / Tel.: (35) 3015-1211 / WhatsApp: (35) 9 9918-2222 – ou pela internet no site da Central dos Eventos

O disco tá quentinho. Acabou de ser lançado pela Biscoito Fino e nem foi apresentado ao público do Rio de Janeiro. Sorte nossa. Com seu jeito irreverente, Mart’nália toca na leveza e na intensidade de Vinicius: “Samba precisa de alegria, de tristeza, de tudo. Eu sou alegre de nascença. Gosto da leveza de Vinicius no amor, até a tristeza é leve, não tem “vou me matar”. Mas ao mesmo tempo ele é intenso na forma como recebe e dá amor. Me identifico com todas as letras do disco: “Deixa”, “vai não vou” (“Canto de Ossanha”) , “a obrigação agora é sua de cuidar de mim” (“Um pouco mais de consideração”) …. E como Vinicius, tenho adoração pela beleza da mulher, pelo amor. A diferença é que sou da cerveja e ele era do uísque.”, disse a O Globo.

O projeto traz histórias pessoais da cantora: “Meu pai (Martinho da Vila) sempre assobiava as músicas do Vinicius de madrugada, “Insensatez”. Minha mãe, Dona Anália, que costumava cantar e dançar ouvindo Vinicius, quando estava puta mandava a gente pra “tonga da mironga do kabuletê”. Mas só lembrei dessas coisas quando já estava gravando.”.

No repertório, muita carioquice nas letras de A tonga da mironga do kabuletê, Tarde em Itapoã, Insensatez, Soneto do Corifeu, Sabe você Onde anda você? E Eu sei que vou te amar.

Texto: Marcus Madeira

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